Reflexões sobre uma empresa que nasceu

Tempo de leitura: 2 minutos

Neste início do mês de abril de 2018, o LabFazedores – minha iniciativa de aprendizagem para empresas e líderes – entra em uma nova fase. O foco será transformar todos os aprendizados dos primeiros meses de atuação em novas abordagens e criar novos serviços. A empresa segue operando em modo beta  (e assim será para sempre), enquanto vai desenvolvendo suas abordagens próprias e suas visões cada vez mais autorais.

Eu estava aqui pensando na vida e me dei conta que essa nova encarnação profissional, de professor e empreendedor, está em seu segundo semestre e caminha para completar um ano. Já faz mais de seis meses que interrompi uma bem-sucedida e estável carreira corporativa de dez anos para dedicar 100% do meu tempo a transformar meus projetos paralelos em principais e pelo sonho antigo de trabalhar com educação.

Tudo está engatinhando ainda, mas as sementes estão sendo plantadas e regadas todos os dias. Nesse curto período, posso dizer que tenho orgulho de cada experiência que vivi.

Tenho orgulho de dizer que nesses primeiros meses:

1. não topei abordagens de soma zero; aquelas em que para alguém ganhar, o outro tem que perder. Se não for ganha-ganha, nem começo;

2. que preferi ir pra rua e gerar alguma receita, antes de ter um plano de negócios cheio de planilhas bonitas e projeções financeiras;

3. que trabalhei e fiz parcerias com gente incrível e que eu admiro, antes de ter uma apresentação da empresa em PowerPoint;

4. que fui atrás de clientes, antes de gastar dinheiro com um site institucional todo bonitão;

5. que a preocupação com o impacto positivo esteve presente em cada trabalho.

Veja bem, não estou minimizando a importância de nenhum desses itens citados – Exceto, a dessa obra de ficção chamada Plano de negócios, no contexto de uma empresa recém-nascida. Essa eu minimizo sim! – Quero ter e terei um site bonitão, uma apresentação de vendas para novos clientes e tudo mais que uma empresa bacana merece ter. Porém, dá uma satisfação danada perceber que os primeiros passos estão sendo dados de acordo com os valores nos quais eu acredito.

Fácil não é e nunca será (jamais me iludi que seria), mas olha…tem valido a pena.

Que venham os próximos desafios e realizações.




Dicas de leitura

Estes são, na minha humilde opinião, os três melhores livros sobre empreendedorismo escritos em língua portuguesa. Recomendo a leitura dos três, caso se interesse pelo tema ou esteja pensando em empreender.

Vai Lá e Faz – Volume 1

Novos Negócios Inovadores de Crescimento Empreendedor no Brasil

Dono do Próprio Nariz

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *