Há uma constatação frequente nos trabalhos sobre cultura organizacional que venho realizando.

Se a organização não aceita mudar suas métricas de avaliação e seus indicadores de sucesso, a tendência é que as pessoas se mantenham presas ao status quo. O discurso evolui, mas a prática não.

Deixa eu explicar melhor.

Se alguém, individualmente, quer adotar uma postura inovadora na gestão de uma equipe ou na execução de suas atividades, mas os indicadores de desempenho continuam refletindo valores e posturas contrárias ao contexto pós-digital, são dois os resultados mais prováveis:

(1) o profissional perceberá que o custo de experimentar é desfavorável, e não será trouxa de colocar a cara a tapa. Se a organização recompensa os medíocres, é insanidade assumir o risco individual da transformação. A má notícia? Sem os inovadores “criadores de problemas” é impossível continuar relevante.

(2) alguns, mesmo sabendo que não é boa ideia, resolvem fazer diferente e são engolidos pelos anticorpos corporativos.

Quer mudar?

Tem que adotar indicadores de desempenho individuais que reflitam a mudança pretendida.

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