A possibilidade latente de fazermos papel de idiota rondará quaisquer das nossas iniciativas.

O medo de parecer ridículo e de se expor ao julgamento alheio já matou muitos sonhos e vontades sem sequer dar-lhes a chance de existir.

Enquanto a maioria de nós irá recuar diante de situações que despertam temor e incerteza, haverá aqueles que já entenderam que tudo aquilo que realmente queremos viver envolve ousadia e exposição.

Aceitar que todos somos aprendizes e que dar a cara a tapa é parte do aprendizado pode ser a diferença entre conseguir realizar algo significativo ou ficar pelo caminho.

O que hoje nos paralisa, amanhã será trivial.

O mundo é daqueles que tentam; ou, como escreveu Guimarães Rosa:

“O que a vida quer da gente é coragem”.