Sempre defendi que um profissional deve ser proativo e gerir sua carreira como estivesse empreendendo com recursos de terceiros.

A meta: gerar o máximo de valor possível a partir desses recursos.

Um erro comum é acreditar que, antes, a organização precisa ser receptiva e ter políticas que valorizem esse tipo de postura.

Não é o que acontece na maioria das empresas.

É preciso conquistar esse tipo de posição “na unha”. Gerar valor até ser percebido como alguém que merece conquistar mais espaço para propor e tocar projetos inovadores.

Essa liberdade é concedida quando a empresa percebe que a relação risco x retorno é positiva.

Algumas perguntas que podem ajudar a enxergar oportunidades:

(1) Se eu não tivesse um chefe me mandando fazer dessa forma, como eu realizaria esse trabalho?

(2) Em qual projeto eu investiria minhas economias pessoais?

(3) Que tendência de mercado está sendo ignorada e eu entendo como o futuro do nosso negócio?

(4) Que trabalho eu ainda gostaria de fazer aqui se a empresa não me pagasse um salário?

Suas respostas a essas questões podem dar boas pistas sobre caminhos a serem percorridos.

Vá em frente, ocupe os espaços.

Tome para si o papel de protagonista.