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Eu sou fã do Sylvester Stallone. Não é brincadeira! 

Sou fã do cara como artista, como homem de negócios e como ícone pop da minha geração. Dos filmes ao seu perfil no Instagram, gosto do cara.

Até 1976, Stallone viveu situações de fracasso e pobreza sem nenhum indício de que seria um profissional de sucesso.

Após assistir uma luta de Muhammad Ali, sentou e escreveu por 20 horas seguidas o roteiro de Rocky.

Passou meses tentando vender seu roteiro para grandes estúdios. A única exigência, desejava estrelar o filme.

Os estúdios queriam o filme, mas não o queriam como ator.

Stallone, que estava falido, chegou a recusar uma oferta de US$ 350 mil pelo roteiro.

“É a minha história”, afirmava.

Por fim, conseguiu negociar um contrato de US$ 35 mil mais participação nas receitas.

Iria interpretar Rocky Balboa.

O filme fez US$ 200 milhões em bilheteria, foi indicado ao Oscar em 10 categorias, incluindo melhor ator e melhor roteiro original, e ganhou dois prêmios (melhor filme e melhor edição).

Rocky foi o início de uma trajetória de sucesso que dura até hoje. O sucesso dos dois filmes da nova franquia Creed são a prova disso.

Quantos recusariam uma oferta capaz de trazer um conforto financeiro nunca antes experimentado e seguiriam acreditando em seu projeto pessoal?